Sicredi celebra Dia Internacional das Cooperativas de Crédito

Data é comemorada mundialmente há 72 anos e resgata a história, a atuação e as conquistas das cooperativas do setor

Em 15/10/2020 17:17

Notícia por MB Comunicação

Sicredi celebra Dia Internacional das Cooperativas de Crédito

Desde 1984, o Dia Internacional de Cooperativismo de Crédito (DICC) é celebrado sempre na terceira quinta-feira de outubro, em todo o mundo, para relembrar a história, reconhecer as conquistas e destacar a atuação do setor na inclusão financeira de milhões de pessoas. A data, que neste ano é comemorada no dia 15, resgata a trajetória e os avanços das cooperativas do ramo que promovem o crescimento socioeconômico a partir do modelo de negócios associativista.

No mundo, são 57 mil cooperativas de crédito, em 150 países, envolvendo mais de 217 milhões de associados. No Brasil, o setor conta com 909 instituições, que abrangem 9,8 milhões de cooperados, empregam mais de 67 mil pessoas e movimentam R$ 190,4 bilhões por ano. O segmento mantém tendência de crescimento e é o quarto ramo com que os brasileiros mais se relacionam, com 34% da preferência.

Em Santa Catarina, os números também mostram a força do setor. O ramo de crédito apresenta o maior número de associados e a segunda posição em movimento econômico. As 61 cooperativas de crédito reúnem 1,9 milhão cooperados, mantêm 10.445 empregados e movimentaram R$ 6,1 bilhões no último ano. No Rio Grande do Sul, são 91 cooperativas de crédito e em Minas Gerais 187, com mais de 1,1 milhão de cooperados.

É neste cenário que está inserida a Sicredi Região da Produção RS/SC/MG, que conta com 25 agências e 57 mil associados nos três estados de atuação. Só neste ano, a cooperativa de crédito cresceu mais de 40% e projeta novo salto de 30% para o próximo ano, com a abertura de quatro novas agências, uma em Santa Catarina e três em Minas Gerais.

Segundo o presidente, Saul João Rovadoscki, o crescimento do setor ganha respaldo nacional e tem base na visão mais humanizada do mercado. De acordo com dados do Banco Central, as cooperativas de crédito respondem por 6% da participação no mercado brasileiro e foram responsáveis por 30% da linha destinada neste ano ao Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), durante a pandemia.

“O Sicredi, por ser uma cooperativa que está muito próxima dos seus associados, apoiou-os mais do que nunca durante esse período, procurando atender a todas as suas necessidades - tanto ampliando suas linhas de crédito, quanto promovendo programas de formação e fomentando o uso dos canais digitais, por exemplo. E, para nossa surpresa, a inadimplência está sendo baixa. Isso mostra a importância do cooperativismo de crédito, que abre mão de um resultado um pouco maior para atender à necessidade financeira das pessoas. Isso faz toda a diferença”, sublinha Rovadoscki.

VANTAGENS SOBRE O SISTEMA CONVENCIONAL

Além de gerar trabalho, emprego e renda, o cooperativismo em todos os ramos tem transformado a realidade de milhares de brasileiros, todos os dias. Só nos últimos oito anos, o setor cresceu 62% no número de cooperados e 43% na geração de empregos. No segmento de crédito, as vantagens sobre o sistema convencional reforçam os ideais de cooperação.

Os usuários das linhas de crédito se beneficiam de taxas diferenciadas e da redução de tarifas, além das aplicações e da rentabilidade atrativa. Quem abre uma conta em uma cooperativa de crédito se torna um associado, tem participação nos resultados e retorno do investimento na própria região em que a cooperativa está inserida. Em outras palavras, os usuários são donos da instituição financeira, se beneficiam do atendimento e contribuem com a economia local.

Esses diferenciais são destacados pelo presidente da Sicredi Região da Produção RS/SC/MG como um “interesse genuíno pelos associados”.

“Todo e qualquer produto ou serviço ofertado precisa necessariamente beneficiar nosso associado. Nosso trabalho vai além do financeiro e mexe com a qualidade de vida das pessoas e o bem-estar da sociedade. Para que a cooperativa tenha ganhos, é preciso que os cooperados também o tenham, essa é a diferença. A cooperação é colocada em prática todos os dias, com gestão democrática e transparente para que o resultado não seja apenas financeiro, mas social”, grifa o dirigente.

 

 

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